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30/07/2010Grandes e pequenas empresas obtêm vantagens recíprocas com o encadeamento produtivo
Agência Sebrae de NotíciasDesenvolvimento de fornecedores é estratégico para as grandes empresas que apostam na evolução e parceira com as MPE
Brasília - As vantagens são recíprocas, quando o relacionamento entre grandes empresas e fornecedores de produtos e serviços ocorre de acordo com o conceito de encadeamento produtivo definido pelo Sebrae. A instituição promove no próximo dia 3, o Workshop ''Encadeamento Produtivo entre Grandes Empresas e MPE: Proposição de Políticas'' será realizado pelo Sebrae, Unctad, Fórum de Líderes e GTZ, em Brasília.
Para o Sebrae, encadeamentos produtivos são relacionamentos cooperativos, mutuamente atraentes, estabelecidos entre grandes empresas e MPE de sua cadeia de valor, com a finalidade de adequar os pequenos fornecedores aos seus requisitos e exigências. O processo de desenvolvimento desses fornecedores melhora a competitividade dos pequenos empreendimentos envolvidos e da cadeia de valor por inteiro.
Um dos principais benefícios para as MPE é o aumento do acesso a informações e mecanismos de desenvolvimento gerencial, tecnológico e de inovação a custos subsidiados. Os negócios de menor porte são beneficiados também no que se refere à formação de uma rede de contatos e troca de conhecimentos, conduzindo ao ganho de competitividade. Além disso, diminui o grau de dependência de um único cliente, gerando acréscimo nas vendas e faturamento.
Para as grandes empresas, o processo gera vantagens como a manutenção de pequenos fornecedores ativos, o que evita o colapso no processo de fornecimento durante tempos de crise e de redução da atividade econômica. Esse vínculo permite ainda que o fornecimento seja facilmente retomado, reduzindo custos no desenvolvimento de novos fornecedores. E possibilita ainda a geração de resposta rápida na sua cadeia produtiva, devido ao fato de as MPE serem mais flexíveis.
Estratégia
Com a globalização da economia, a competição passou a se dar entre cadeias produtivas, diz Miriam Zitz, gerente da Unidade Atendimento Coletivo Indústria (Uacin) do Sebrae. A força de uma cadeia é igual à do seu elo mais fraco. As MPE são consideradas o elo mais fraco de uma cadeia produtiva, ressalta a gerente.
Nem sempre esse conceito é praticado pelas grandes empresas. Algumas companhias têm enfoque apenas comercial no relacionamento com fornecedores, selecionando os parceiros locais mais eficientes e eliminando os que não atendem a seus requisitos, explica Eliane Borges, coordenadora nacional da carteira de projetos da cadeia Petróleo e Gas.
Outras investem no aperfeiçoamento das MPE com potencial para se tornarem parceiras confiáveis em longo prazo, acrescenta. O desenvolvimento de fornecedores é estratégico para as grandes empresas que apostam na evolução e parceira com as MPE, afirma a coordenadora.
Para o Sebrae, encadeamentos produtivos são relacionamentos cooperativos, mutuamente atraentes, estabelecidos entre grandes empresas e MPE de sua cadeia de valor, com a finalidade de adequar os pequenos fornecedores aos seus requisitos e exigências. O processo de desenvolvimento desses fornecedores melhora a competitividade dos pequenos empreendimentos envolvidos e da cadeia de valor por inteiro.
Um dos principais benefícios para as MPE é o aumento do acesso a informações e mecanismos de desenvolvimento gerencial, tecnológico e de inovação a custos subsidiados. Os negócios de menor porte são beneficiados também no que se refere à formação de uma rede de contatos e troca de conhecimentos, conduzindo ao ganho de competitividade. Além disso, diminui o grau de dependência de um único cliente, gerando acréscimo nas vendas e faturamento.
Para as grandes empresas, o processo gera vantagens como a manutenção de pequenos fornecedores ativos, o que evita o colapso no processo de fornecimento durante tempos de crise e de redução da atividade econômica. Esse vínculo permite ainda que o fornecimento seja facilmente retomado, reduzindo custos no desenvolvimento de novos fornecedores. E possibilita ainda a geração de resposta rápida na sua cadeia produtiva, devido ao fato de as MPE serem mais flexíveis.
Estratégia
Com a globalização da economia, a competição passou a se dar entre cadeias produtivas, diz Miriam Zitz, gerente da Unidade Atendimento Coletivo Indústria (Uacin) do Sebrae. A força de uma cadeia é igual à do seu elo mais fraco. As MPE são consideradas o elo mais fraco de uma cadeia produtiva, ressalta a gerente.
Nem sempre esse conceito é praticado pelas grandes empresas. Algumas companhias têm enfoque apenas comercial no relacionamento com fornecedores, selecionando os parceiros locais mais eficientes e eliminando os que não atendem a seus requisitos, explica Eliane Borges, coordenadora nacional da carteira de projetos da cadeia Petróleo e Gas.
Outras investem no aperfeiçoamento das MPE com potencial para se tornarem parceiras confiáveis em longo prazo, acrescenta. O desenvolvimento de fornecedores é estratégico para as grandes empresas que apostam na evolução e parceira com as MPE, afirma a coordenadora.
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